segunda-feira, 7 de julho de 2014
O show é levantar a Taça
Na final de 2002, o Brasil era mais time, tinha craques como Ronaldo em campo e o jogo contra a Alemanha foi dificílimo. Marcos trabalhou bem e fez duas grandes defesas na partida. Contamos também com a única falha do goleiro Kahn na Copa, no primeiro gol do fenômeno. Só lembranças, para termos a noção do tamanho da dificuldade que teremos no Mineirão, sem Neymar e Thiago Silva, pela semifinal da Copa 2014.
O papel da torcida é fundamental. E o Mineirão não pode ser frio como foi contra o Chile. Precisa empurrar, gritar, apitar a partida toda. Os jogadores entrarão com raça, eu não tenho dúvidas. Tenho medo é da arbitragem do mexicano Marco Rodrigues, extremamente rigoroso na aplicação de cartões. Portanto a pilha da torcida e a raça dos jogadores precisam ser dosadas nas disputas de bola, ou poderemos ter jogadores no chuveiro mais cedo e até fora de uma eventual final. Ninguém quer isso.
Na vaga de Thiago Silva, Dante entra sem muito mistério. A saída de Neymar é bem mais complicada. Felipão pode simplesmente substituí-lo por William ou Bernard e manter o esquema tradicional, com Oscar no meio, Hulk na outra ponta e Fred na frente. Particularmente, eu congestionaria o meio campo com mais um jogador. O meio é o ponto forte da Alemanha. Um dos. Pelas características de pegada, eu ia de Ramirez. O time então ficaria com JC, Maicon (não sai mais), Dante, David Luiz e Marcelo; Luis Gustavo, Hernanes, Ramirez, Oscar e William; Hulk isolado na frente.
Sim, é um time defensivo, porém com alto poder de contra-ataque. É a humildade que acho necessária. Hoje, os alemães são mais time que a gente. Vamos jogar fechadinho, brigando muito no meio campo e correndo toda hora no contra-ataque. Humildade e respeito não significam medo. O show é levantar a taça.
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